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Empresários após as eleições de 2026: seus planos continuam e a MZE está ao seu lado

O artigo acolhe a decepção dos empresários que esperavam outro resultado nas eleições e mostra bases concretas para continuar planejando. Aborda a manutenção do Simples Nacional, o calendário da reforma tributária e o apoio da MZE na organização de contratos, investimentos e decisões empresariais.

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A decepção com o resultado eleitoral merece respeito. Para quem empreende, o próximo passo pode ser dado com informação, orientação e apoio à continuidade do negócio.

Empresários que esperavam a vitória de Flávio Bolsonaro podem sentir que uma expectativa importante não se concretizou. Por trás dessa esperança estavam questões que fazem parte da rotina de quem administra uma empresa: impostos, crédito, contratação e condições para crescer.

Na Martins, Zanchet & Espósito, reconhecemos o peso dessas responsabilidades. Manter uma operação significa responder por compromissos com funcionários, fornecedores, clientes e com a própria família.

Por isso, nosso posicionamento é de proximidade e apoio. Estamos ao lado do empresário na defesa de seus interesses e na busca de soluções jurídicas para os desafios do negócio.

Olhar para 2027 não exige desconsiderar a frustração. Exige compreender quais condições permanecem disponíveis e como utilizá-las no planejamento.

O Simples Nacional continua existindo

Para micro e pequenas empresas, uma informação importante é que a reforma tributária manteve o Simples Nacional, com adaptações para a incorporação do IBS e da CBS.

Isso significa que o novo sistema não obriga todas as empresas enquadradas a abandonar o regime simplificado.

Para esse público, a continuidade do Simples oferece uma base conhecida sobre a qual organizar a adaptação. A avaliação com a contabilidade deve considerar as regras aplicáveis à empresa e os efeitos nas relações com clientes e fornecedores.

É uma questão que pode ser analisada de maneira objetiva, a partir das características da operação.

A mudança tributária tem um calendário definido

A transição também não acontece integralmente em um único momento.

O cronograma prevê a substituição do PIS e da Cofins pela CBS em 2027. A substituição gradual do ICMS e do ISS pelo IBS ocorre entre 2029 e 2032, com conclusão do novo modelo em 2033.

Esse calendário permite organizar prioridades. As providências para 2027 podem se concentrar nos efeitos imediatos sobre faturamento, preços, compras e contratos, enquanto as etapas seguintes entram no planejamento de médio prazo.

Embora a adaptação exija trabalho, ela pode ser distribuída entre responsáveis e prazos definidos. Isso torna mais claro o que precisa ser feito e permite que a empresa continue atendendo seus clientes durante o processo.

É possível preservar um projeto ajustando sua execução

Para quem planejava ampliar uma unidade, adquirir equipamentos ou desenvolver um novo serviço, vale retomar os fundamentos do investimento.

Existe demanda? O custo cabe no orçamento? O retorno permanece compatível com o prazo esperado?

Quando essas condições continuam presentes, há razão para manter o projeto em análise. Se o caixa exige cautela, a execução pode ser dividida em etapas ou negociada com parceiros e fornecedores.

Por exemplo, uma expansão pode começar pelo aumento da capacidade da estrutura atual antes da abertura de outra unidade. Uma contratação de longo prazo pode ser negociada com etapas de entrega e pagamento mais adequadas à operação.

São alternativas que precisam ser avaliadas caso a caso, mas mostram que entre executar tudo imediatamente e abandonar um plano existem caminhos possíveis.

Como a MZE pode ajudar a dar continuidade ao negócio?

A atuação jurídica pode contribuir diretamente para tornar essas alternativas viáveis.

Em uma negociação, isso envolve esclarecer responsabilidades, prazos, reajustes e condições de pagamento. Em uma expansão, pode incluir a análise do imóvel, das autorizações necessárias e dos contratos envolvidos. Nas relações entre sócios, pode significar organizar decisões e compromissos para a próxima etapa da empresa.

Nosso trabalho parte dos objetivos do empresário. O propósito é identificar o que precisa ser resolvido para proteger a operação e permitir que os projetos avancem em condições adequadas.

A defesa de regras claras e de segurança jurídica continua fazendo parte desse compromisso.

O futuro da empresa permanece em construção

O resultado eleitoral pode ter sido diferente do desejado. Essa decepção merece espaço, especialmente para quem associava a mudança política a uma perspectiva melhor para o negócio.

Ao mesmo tempo, a empresa chega a esse momento com relações comerciais, conhecimento do mercado e uma história de trabalho que continuam tendo valor.

Os planos podem ser revistos sem serem abandonados. A continuidade do Simples, o calendário de transição tributária e a possibilidade de reorganizar negociações oferecem pontos concretos para orientar as próximas decisões.

A MZE permanece ao lado de quem empreende, com escuta e atuação jurídica voltadas à proteção da empresa e ao desenvolvimento de seus projetos. O próximo passo não precisa ser dado sozinho.


 

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Conheça os autores

Adivan Zanchet

OAB/RS 94.838 || OAB/SC 61.718-A || OAB/SP 521767

Advogado e Professor especialista em Direito Ambiental pela Escola Verbo Jurídico, e em Direito Agrário e do Agronegócio, pela FMP – Fundação Escola Superior do Ministério Público. Sócio-fundador e CEO do escritório Martins, Zanchet & Espósito Advocacia Ambiental. Como Advogado Ambiental, tem sua expertise voltada para Responsabilidade Civil Ambiental. Sócio-fundador da Escola de Direito Ambiental. Sócio-fundador do Canal no YouTube e Podcast Inteligência Ambiental, maior canal do Brasil sobre a matéria de Direito Ambiental. Membro da União Brasileira de Advogados Ambientais (UBAA). Autor de diversos artigos, dentre eles “Responsabilidade Civil Ambiental: as dificuldades em se comprovar o nexo causal”.

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